A PARÁBOLA DA OVELHA QUE QUERIA SER PORCO

 

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Era uma vez uma ovelhinha que, junto com sua mãe, passava em frente de um chiqueiro todos os dias a caminho do pasto.

A cena que seus olhos viam lhe parecia simplesmente fantástica. Os porcos se divertiam tanto rolando na lama…

Num dia de muito calor, passando pelo chiqueiro a ovelhinha pediu à mãe que a deixasse pular a cerca e entrar na lama fresca.

A mãe respondeu que não.

A ovelhinha então fez a clássica pergunta: “Por que não?”

A resposta foi simples: “Porque ovelhas não entram na lama.”

A ovelhinha não se contentou. Achou que a mãe havia feito pouco caso dela e abusado de sua autoridade quando não devia. Queria tanto ser porco, ainda que só por uma vez…

Assim que a mãe se afastou, a ovelhinha correu para o chiqueiro e pulou a cerca. Sentiu a lama fria em seus pés, suas pernas e barriga.

Pouco depois achou que já era hora de voltar para junto da mãe, mas não conseguiu! Estava presa! Lama e lã não combinam. Seu prazer havia se transformado em prisão. A ovelhinha estava desesperadamente presa em conseqüência de sua tolice.

Em agonia, ela pediu socorro e foi resgatada por um lavrador caridoso.

Depois de ter sido limpa e estar de volta ao aprisco, a mãe relembrou: “Não se esqueça de que ovelhas não não entram na lama!”

O mesmo acontece com o pecado. Parece tão gostoso, tão fácil de ser abandonado quando bem entendermos. Mas não é assim! Os prazeres nos aprisionam.

Cristãos não entram na lama!

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