“ESTÁ CONSUMADO”

 

 

cross

“[Jesus] disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito. João 19:30.”

As palavras de Jesus ao morrer foram: “Está consumado!”

O que Ele quis dizer? O que estava consumado?

A culpa estava consumada. Toda nossa culpa foi pregada na cruz, no corpo de Cristo. A escravidão do pecado foi quebrada. Estava consumado. Na cruz, Jesus demonstrou que o poder da graça é maior do que o poder do pecado.

Na cruz, acabou o medo. Nunca mais precisamos temer a morte. A guerra com o pecado já foi travada. Cristo transformou a tumba em um túnel. Diante da morte, a cruz oferece esperança. Na cruz, acabou toda a apreensão indevida acerca do caráter de Deus. Ela mostra até onde Deus irá para nos salvar.

Existe uma bonita lenda romena que revela de maneira maravilhosa o significado da cruz. Um membro da nobreza romena era muito rico e possuía muitas terras e animais. Tinha como vizinho um camponês que morava numa simples cabana e possuía poucos animais. O avarento dono daquelas terras subornou algumas pessoas da cidade para que, à noite, conduzissem os animais do pobre homem para as suas terras. Então, alegando que o homem pobre era um irresponsável, declarou que ele tinha que abrir mão de todos os seus pertences.

Um julgamento teve lugar na praça da cidade e o camponês perdeu tudo o que tinha. O nobre cuspiu nele e o pobre camponês tornou-se um mendigo, passando a vagar pelos campos.

Um dia, o pobre camponês encontrou-se com o rei, que estava visitando todas as cidades do seu reino. O camponês lhe explicou sua situação. O rei bondosamente escutou o camponês e deu-lhe dois grandes sacos de ouro – que valiam muito mais do que ele havia perdido.

Diante de toda a cidade, o rei curvou-se, beijou o camponês em ambas as faces e disse: “Conte para todos que, no lugar onde aquele homem mau cuspiu, o rei beijou. Com este beijo, você está livre de toda a vergonha.”

Na cruz, o Rei do Universo colocou o tesouro do Seu próprio amor em nossas mãos e livrou-nos de toda a vergonha. Somos filhos do reino, aceitos e amados, beijados em ambas as faces pelo Rei do Universo.

 

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